segunda-feira, 25 de junho de 2007

II. Ce soir, sur la RTP2...






Les Thibault est une télésuite française en quatre épisodes de 90 minutes, adaptée par Jean-Claude Carrière, Joëlle Goron et Jean-Daniel Verhaeghe du roman éponyme de Roger Martin du Gard et diffusée à partir du 25 juin 2007 sur la RTP2, en quatre soirées de suite (de lundi à jeudi), vers 0:30.

Les épisodes:
«Le Cahier Gris», «La Belle Saison», «La Mort du Père» et «L'Été 1914».



Les Thibault est un vaste cycle romanesque écrit entre 1920 et 1937.
Il se compose des parties suivantes:

Le Cahier Gris (1922), Le Pénitencier (1922), La Belle Saison (1923), La Consultation (1928), La Sorellina [petite sœur] (1928), La Mort du Père (1929), L'Été 1914 (1935-1936), Épilogue (1937).

Ce roman se déroulant du début du XXe siècle jusqu'à la fin de la Grande Guerre raconte l'histoire de deux familles de la bourgeoisie française.

■ Les Thibault sont le principal sujet du roman. Le père Oscar Thibault est un despote qui traite ses enfants durement, mais qui les aime. Antoine et Jacques Thibault (photo) sont ses fils, les frères «que tout oppose», dont les âges sont différents de neuf ans. Antoine est médecin, Jacques est un militant socialiste. Cette famille est catholique.

■ Les Fontanin sont les membres d'une famille protestante – Jérôme de Fontanin, qui a quitté le domicile conjugal, est le mari de Thérèse de Fontanin qui s'occupe seule de ses deux enfants Daniel et Jenny.
Le roman débute lors d'une fugue de Jacques et de Daniel.

Pour les amants de la tradition à la française (quoi que ce soit encore…), ravissez-vous pendant ces quatre soirées!
Quant à moi, je serai devant la télé, j'en suis sûr!

RIC (et Wikipédia)

Mise à jour
Superbe, ce premier épisode!
Je n'avais pas vu une œuvre littéraire française tellement bien adaptée pour la télévision depuis longtemps. Mes félicitations! Vraiment, ça m'a enchanté!

16 comentários:

Catatau disse...

A tradição "à francesa"?
Hum... isso mete... hum....sórdidos? ;)

Olha, em língua francesa, eu é mais "Pequenos Vagabundos", rsrsrsss...

Luis disse...

Espero não me esquecer, já que tenho hoje tanto para tratar... Talvez não, dada a hora! Obg pela sugestão. Abc,

RIC disse...

Olá João M.!
Mas que dasatinado que tu me saiste... Rsrsrs!
Et non, je ne le crois pas, moi. Que pouvait-il y avoir de sordide dans un roman de Roger Martin du Gard?...
Et qui sont les petits vagabonds? Aucune idée...
Abraço! :-)

RIC disse...

Olá Luís!
Pois é, dada a hora, já não é tempo de estar a resolver coisas, ainda que aquilo que vos ocupa seja bem importante! As maiores felicidades! :-)
É um «subido prazer» servir os amigos!
Abraço para ti também! :-)

MrTBear disse...

Esta série já deu, tenho quase a certeza. Acho que me lembro dela

Se não foi esta, foi outra..... LOL.

Não não tinha sórdidos....

RIC disse...

Olá Teddy Bear!
Obrigado! Deve ser então por isso que a apresentam àquela hora e em quatro dias seguidos, como fizeram com «Roma», por exemplo, antes de começar a segunda temporada.
Se calhar «Os Thibault» deu na RTP1 e eu perdi-a... Ainda bem! Assim, posso vê-la de seguida!
Quanto a essas coisas, acho que o Catatau está «pré-definido» para novodades aqui no «De Viris»... Paciência... Que é que eu posso fazer? Talvez dizer que nem só de pão vive o homem? Pois não, de carnunfa também! Rsrsrs!
Abraço! :-)

kevin disse...

It looks like RTP2 are offering some good programmes lately.

Enjoy
Kev in NZ

RIC disse...

Hello dear Kevin!
Good evening! (Lisbon Time)
Yes, I think you know by now which Portuguese TV channel is really worth watching, I mean, among the open signal broadcasting ones.
I do love historical series ever since I was a teenager. I remember «The Forsythe Saga», «The Bellamy Family», «Upstairs, Downstairs», «The Six Wives of Henry the Eighth», and so on, and so forth, you mention them. All produced by BBC when I was still learning English. What a useful help they were! And what artistry in all of them!
Have a great day in New Zealand!
:-)

pinguim disse...

Caro Ric
um édito, finalmente, para eu comentar, pois os últimos, não por fala de interesse, mas por não me sentir à vontade nos temas ou noão entender bem a sua mensagem, deixei em branco.
Quanto aos "Thibault", julgava que chegava a tempo a casa para ver e gravar, mas enganei-me, e agora, perdido o 1º.episódio, não vou ver os outros, mas tenho pena, pois a obra de R. Martin du Gard é belìssima.
Abraço.

RIC disse...

Olá João C.!
Talvez faças mal, meu caro, se não vires os seguintes. Tanto quanto me lembro do livro, são quase «blocos narrativos» independentes.
E eu aproveito o ensejo para deixar aqui a expressão do meu encantamento por algo tão bem feito, em França, como eu há muito já não via. Estou rendido!
Quanto aos éditos, não tiraste nenhume assinatura, que eu saiba. Comentas o que muito bem te apetece e disso não tens de me dizer palavra. Entendido?
Porém - e estou a abusar deste espaço de resposta que te pertence -, não posso deixar de me admirar com a «reserva» face à nudez. Sempre pensei que o nu nada tem de ofensivo ou imoral, bem pelo contrário...
Mas parece que somos muito poucos a pensar assim. Só espero e desejo que não seja um silêncio puritano, para bem de todos nós...
(Mas isto não é para ti, como sabes. Mero aproveitamento meu...)
Abraço! :-)

JoeL disse...

Qui sait, elles vont peut-etre jouer ici un jour.

RIC disse...

Bonjour, cher Joël!
Ah mais oui, bien sûr! C'était très bien, le premier épisode!
Et il y a déjà la version en DVD. C'est sans doute une très belle adaptation!
Je te souhaite le meilleur, cher ami!
:-)

Shadow disse...

Ena, ena! Vou comentar um édito escrito em Francês (lol).

Pelo que entendi o 1º episódio foi exibido na segunda-feira. Não vi. Ontem, e devido a um contratempo de saúde, também não vi. Hoje, talvez fique pelo sofá mais um pouco e vá até à RTP2 :-)

Beijinhos!

RIC disse...

Olá Carla!
Ah ganda mulher! Ganda pinta! O medo e os receios são para os ratos! Rsrsrs!
Espero que já estejas a recuperar! Mas os finais do dia, com esta ventania fria toda, também não ajuda nada, realmente...
Não perdes nada se vires os episódios de hoje e de amanhã. Tal como eu pensava, é uma adaptação livre do romance e os episódios são autónomos. É mais um filme em quatro partes do que uma série.
As melhoras!
Beijinhos! :-)

Special K disse...

Não conhecia o livro mas tenho acompanhado a série que descobri por acaso ao chegar dos Stones e ligar a TV que está quase sempre na RTP 2. Como estava sem sono fiquei a ver e gostei.
Um abraço.

RIC disse...

Olá Special K!
Abençoado concerto! :-)
Como com todas as adaptações de textos literários, ganha-se com a beleza magnífica da recriação de lugares e de épocas, mas perde-se uma infinidade de pormenores que só o romance pode dar. Faz-me lembrar «O Nome da Rosa»...
Ainda bem que gostaste! Está muito bem feito!
Abraço! :-)